2021 foi declarado Ano Ibero-Americano das Bibliotecas na última XX Conferência Ibero-Americana de Ministras e Ministros da Cultura da Ibero-América, realizada em 2019. Este acordo estabelece uma oportunidade de abrir uma conversa regional sobre a validade das bibliotecas em nossa região e seu papel no desenvolvimento dos países ibero-americanos  

No contexto da pandemia, e a meio a grandes desafios de acesso à informação, todos os tipos de bibliotecas se reafirmaram como espaços necessários para que as pessoas tenham acesso a um conhecimento confiável, locais que garantam o acesso à informação e desenvolvimento de seus direitos culturais.

O Ano Ibero-Americano das Bibliotecas reunirá todos os tipos de bibliotecas: públicas, populares, comunitárias, digitais, móveis e itinerantes, universitárias, escolares, especializadas, indígenas, em cadeias ou prisões, nacionais, entre outras. Da mesma forma, será um tempo de reflexão ao redor das bibliotecas de uma região conformada por 23 países: Andorra, Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Pode ver mais em https://www.iberbibliotecas.org/ano-iberoamericano-das-bibliotecas/

Destaque

Esta obra é, pois, um projeto do maior interesse para a ação do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da nossa rede de Embaixadas, mas também de grande utilidade para os tribunais nacionais que cada vez mais se debatem com matérias regidas pela Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas e para investigadores e alunos nas áreas das Relações Internacionais e do Direito Internacional, em Portugal e noutros países lusófonos. (Augusto Santos Silva)

Notícias

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AVISO: Atendendo às medidas decretadas pela Resolução do Conselho de Ministros de 13 de janeiro de 2021, que aprova a renovação do Estado de Emergência, informamos que a sala de leitura está encerrada, sendo anuladas todas as marcações agendadas. Mais se informa de que as marcações só serão aceites, mediante email, após o anúncio de abertura dos serviços, por parte do Governo. Informamos ainda, que caso necessite de informação adicional poderá contatar a Divisão de Arquivo e Biblioteca – dab@mne.pt

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Boletim Bibliografico nº 1 de 2021

A Divisão de Arquivo e Biblioteca do Ministério dos Negócios Estrangeiros informa que se encontra disponível para consulta o Boletim Bibliográfico do MNE n.º 1/2021. Para aceder ao Boletim, clique aqui.

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O Arquivo e Biblioteca Diplomáticos


O arquivo e a biblioteca do Ministério dos Negócios Estrangeiros são dirigidos de forma integrada, na dependência do Instituto Diplomático.

 O Arquivo Diplomático é responsável pela custódia e disponibilização da documentação gerada no Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), que, pelo seu valor histórico e informativo, deve ser conservada para a posteridade, pois documenta os alicerces da política externa portuguesa desde a restauração da independência.

A Biblioteca do Ministério dos Negócios Estrangeiros é especializada nas áreas da diplomacia, relações internacionais, direito internacional, política internacional, economia internacional, história diplomática e história.

Na sala de leitura os investigadores e demais interessados têm ao seu dispor milhares de documentos de arquivo e obras relevantes para o estudo da história da diplomacia em Portugal. Para mais informações sobre o funcionamento da sala de leitura consulte o regulamento.

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Bernardo Futscher Pereira deposita espólio no Arquivo Diplomático


O Arquivo Diplomático viu o seu fundo enriquecido com o depósito do arquivo pessoal do Embaixador Futscher Pereira.

O diplomata que, em conjunto com a sua irmã Vera já doara ao Arquivo diplomático o espólio do seu pai, decidiu fazer o mesmo com o seu acervo. O fundo que resulta maioritariamente da atividade profissional do diplomata constituirá uma fonte importante para o conhecimento dos últimos anos do séc.XX, em termos de política externa.

Também investigador, autor de dois volumes sobre a diplomacia de Salazar e do Estado Novo, Bernardo Futscher conhece bem a importância das fontes para  a  investigação histórica e demonstra-o com esta oferta.

O inventário pode ser consultado no catálogo do Arquivo e da Biblioteca, mas o acesso depende de autorização do autor.